A Amazon Air, divisão aérea da gigante de vendas online americana Amazon, está em plena expansão. Na última sexta-feira e empresa anunciou que terá mais 10 aviões na sua frota e colocou seus concorrentes FedEx e UPS em alerta.

O anúncio vem logo após a empresa anunciar expansão no Aeroporto de Chicago Rockford, aumentando sua área de 7 mil para 18 mil metros quadrados, e no hub em Cincinnati chegando a 278 mil m2.
Além disso a companhia irá se instalar no Aeroporto de Forth Worth Alliance (próximo a Dallas) e retornar ao Wilmington Air Park em Ohio.
Até 2020 a frota da companhia irá somar 50 aeronaves Boeing 767-300F, sendo que todas são operadas pela aérea cargueira ATI – Air Transport International.
Perda para a FedEx e UPS
A Amazon, desde o início, se destacou por dois aspectos combinados: preço imbatível e entrega rápida.
O site possui uma engine única que cobre praticamente todos os preços das concorrentes. Quando não cobre o preço diretamente, ao adicionar o frete, a concorrente acaba com um preço final e prazo de entrega maiores.
Com a da empresa, a Amazon Prime, é possível encomendar um produto na manhã e receber de tarde na sua casa. Além disso, a dá o ao serviço de filmes e músicas on-demand com um catálogo de respeito.
Tudo isso fez com que a empresa disparasse como líder no setor e, para garantir os prazos de entrega, sempre confiou no transporte aéreo, tendo como principais parceiros a FedEx e a UPS.
Segundo analistas da agência Morgan Stanley, o fim do contrato da Amazon pode reduzir em até 5% a receita da FedEx. Até 2025 a receita da UPS também pode reduzir em 5%.
A empresa de comércio eletrônico economiza em média $2 a $4 dólares quando a entrega é feita por sua frota privada. Isso significa até $2 bilhões em economia, equivalente a uma redução de 6% no custo.
Com informações do Business Insider